Miguel Albuquerque presidiu à sessão comemorativa dos 112 anos da Ribeira Brava, cabendo-lhe encerrar as intervenções protocolares no palanque.
À plateia, que lotou a tenda improvisada na praceta junto à escola local, o presidente do Governo Regional exaltou que “substituir um presidente como Ricardo Nascimento não é fácil” elogiando por isso a “capacidade” de Jorge Santos.
Prometeu irá apoiar na “obra de esbater as assimetrias entre freguesias”.
Por outro lado, Miguel Albuquerque evocou os bons números de empregabilidade, divulgados nesta quarta-feira, exaltando se tratar do melhor momento “dos últimos 25 anos”.
Numa versão pedagógica, o presidente do governo citou Tolentino Mendonça, numa mensagem de perseverança.
“Quero perseverar, continuar a apoiar aquilo que foi consagrado pela população, que sufragou o Programa de Governo”, vincou, aproveitando para relevar algumas obras que atestam essa cooperação com o poder municipal.
Desvalorizou “ruídos” e reiterou que o que fica “é a obra feita, fundamentais na nossa qualidade de vida” e no caso em concreto, “a vida na Ribeira Brava”.
Revivendo alguns desses investimentos, o governante ostentou que a obra esta feita, “mesmo que alguns já as tenham esquecido”.
”Não tenham dúvida que, com perseverança e determinação” serão cumpridos todos os nossos compromissos”, prometeu, realçando que “não é por acaso que sei estas obras de cor”, depois de as enunciar.
Entre elas, menção especial para “o novo auditório, que é um compromisso”, anunciando ainda que será “estendida a promenade da Ribeira Brava até à Ponta do Sol”, disse, sem adiantar qualquer calendarização.