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Rogério Gouveia garante que Governo não vai deixar de investir na costa norte

Paula Abreu

Jornalista

Data de publicação
02 Junho 2024
17:32

Um dia depois de ter sido assinalado o Dia do Concelho de Santana (cuja data foi excecionalmente adiada de 25 de maio para o dia 1 de junho), hoje foi a vez da freguesia de Santana celebrar o seu 460º aniversário, com intervenções do presidente da autarquia, Dinarte Fernandes, do responsável pela Junta de Freguesia, Ricardo Teixeira, do secretário das Finanças, Rogério Gouveia e do presidente do parlamento madeirense, José Manuel Rodrigues.

Ricardo Teixeira aproveitou a presença dos responsáveis para reivindicar soluções para problemas que a freguesia sente, como falta de estacionamentos, bem como uma nova via para as Queimadas, considerando que a zona tem estado “caótica” pela quantidade de carros que tentam ali chegar e não há onde estacionar. Pediu também que haja uma melhor divulgação dos miradouros da freguesia, obras nos que necessitam de ser melhorados e ainda que o posto agrário local seja dinamizado.

Já Rogério Gouveia, a representar o governo, lembrou as obras concretizadas e previstas para o concelho e beneficiando a freguesia de Santana, como no denominado ‘Nó do Cortado’, entre outras. Essa obra ainda não avançou pelo facto de o governo estar em gestão, explicou.

“Temos um propósito de projeto de desenvolvimento para a Região e não nos esquecemos nem ignoramos que o nível e ritmo de desenvolvimento não é igual em todos os concelhos”, afirmou, por outro lado, o governante. Assegurou, aliás, que “não vamos deixar de investir” nos diferentes municípios e que o executivo trabalha para que a coesão territorial regional seja uma realidade cada vez maior. “Não vamos deixar de investir, de apostar e de acreditar que a costa norte da ilha e o Porto Santo têm os mesmos direitos, regalias e nível de serviços da região”, afiançou.

O presidente do Parlamento madeirense, por seu turno, voltou a defender a necessidade de uma revisão da Lei de Finanças Regionais, “que compense as Câmaras e Juntas de Freguesia dos arquipélagos portugueses do seu isolamento e dos custos de insularidade”, bem como da sua orografia e localização fora dos meios urbanos.

“Devemos lutar para que as nossas autarquias tenham uma discriminação mais positiva no financiamento proveniente do Orçamento do Estado. Não podemos tratar de forma igual aquilo que é, à partida, diferente”, sustentou José Manuel Rodrigues, que apontou ainda o desenvolvimento de Santana e as potencialidades que tem, devido à agricultura, em se tornar no “celeiro da Madeira”. Defendeu, por isso, “uma aliança estratégica entre o turismo e a agricultura, absolutamente necessária à manutenção da paisagem”.

De salientar que, na cerimónia, foram entregues ainda troféus aos melhores alunos da freguesia, desde o 1º ciclo ao ensino secundário e assinados protocolos entre a junta e diversas associações de Santana.

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