O RIR, em comunicado, defende o uso de máscaras em ambientes de cuidados de saúde, como centros de saúde e unidades hospitalares.
Esta medida é, para o partido, “responsável e baseada na evidência científica disponível, especialmente num contexto de aumento significativo de patologias do foro respiratório em Portugal e nas Regiões Autónomas, com impacto direto na pressão exercida sobre os serviços de saúde”.
“O crescimento da incidência de infeções respiratórias tem contribuído para o aumento da procura por cuidados médicos, para a sobrecarga dos serviços de urgência e para maiores dificuldades na resposta assistencial. Perante este cenário, o uso de máscara em contextos clínicos fechados constitui uma medida de redução de risco relevante, particularmente na proteção de profissionais de saúde, doentes e cidadãos mais vulneráveis”, adita o RIR, em comunicado assinado pela direção política nacional.
A defesa desta medida não é, para o RI, uma posição ideológica nem um mecanismo de controlo social. “É uma expressão de responsabilidade coletiva, de respeito pelo outro e de cuidado mútuo, assente no princípio da precaução e numa prática reconhecida na área da saúde”.
O partido considera, deste modo, que é “essencial que as autoridades promovam um esclarecimento público claro, acessível e baseado na ciência, evitando tanto o alarmismo como a banalização, garantindo que a informação técnica não é deturpada nem instrumentalizada”.
Por fim, o RIR promete que continuará a defender um debate público informado e livre de desinformação, “colocando a ciência, o humanismo e o interesse público no centro das decisões em matéria de saúde pública”.