O Movimento Independente Ribeira Brava em Primeiro (RB1) “olha com enorme preocupação” para as declarações públicas do presidente da Câmara da Ponta do Sol Rui Marques que “apontam para alterações profundas na circulação rodoviária na saída do túnel da Ribeira Brava, medidas que poderão penalizar diretamente a mobilidade dentro da nossa vila”.
Segundo nota de imprensa “existirá um entendimento entre autarcas do Oeste. Se assim é, então que se diga claramente à população qual é esse acordo, quem o negociou, quem o aprovou e em que termos foi assumido”, afirmou Marco Martins.
O vereador frisou que “os ribeira-bravenses têm direito à transparência”. “Importa também esclarecer uma questão fundamental, foi para defender os interesses da população da Ribeira Brava que o eleito Jorge Santos presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava pela coligação PSD/CDS, recebeu a confiança dos eleitores? Ou para aceitar soluções que podem transformar a nossa vila numa zona de sacrifício para resolver os problemas de trânsito de outros concelhos?” questionou Marco Martins.
“O verdadeiro problema é conhecido há décadas. O governo regional prometeu repetidamente a construção da via rápida entre o concelho da Ribeira Brava e o concelho da Calheta, uma infraestrutura estruturante e essencial para resolver de forma definitiva os problemas de mobilidade no Oeste”, lê-se.
O vereador criticou que “em vez de cumprir aquilo que prometeu às populações, assistimos agora à tentativa de impor soluções improvisadas que podem agravar o trânsito dentro da Ribeira Brava”.
“O investimento público regional tem obrigatoriamente de estar focado nas pessoas, na mobilidade e na qualidade de vida das populações e não em campos de golfe”.
“O RB1 foi eleito para defender os interesses dos ribeira-bravenses e não aceitará decisões tomadas nas costas da população. A Ribeira Brava merece respeito. Merece investimento. E merece que os compromissos assumidos sejam finalmente cumpridos”, afirmou.