O grupo parlamentar do Chega na Assembleia da República apresentou um projeto de lei que prevê o aumento do complemento de pensão dos antigos combatentes para 600 euros mensais.
A proposta é assumida pelo partido como uma medida de justiça, defendendo que o apoio atualmente em vigor é insuficiente para garantir condições de vida dignas.
“Portugal não pode continuar a tratar os seus antigos combatentes com palavras vazias. O reconhecimento exige coragem política e medidas concretas que devolvam dignidade a quem serviu o país”, afirmou Francisco Gomes, deputado madeirense do Chega.
O partido sublinha que muitos destes homens regressaram da guerra com “marcas profundas”, enfrentando dificuldades sociais, profissionais e familiares ao longo da vida.
“Estamos perante uma dívida moral que o Estado tem insistido em ignorar. Quem deu tudo ao país não pode continuar a viver com tão pouco”, acrescentou o parlamentar.
Para o Chega, a fixação do apoio nos 600 euros mensais representa “um passo decisivo” no reconhecimento destes cidadãos.
“Não basta homenagear. É preciso agir. E agir agora, com justiça e respeito por quem nunca virou costas a Portugal”, concluiu Francisco Gomes.