A deputada Sílvia Silva, do PS, criticou a apresentação do diploma sobre a Unidade de Cultura, destacando a ausência do estudo técnico que fundamenta a definição dos 1.500 metros quadrados.
“Esta proposta não disponibilizou o respetivo estudo da Unidade de Cultura” e lamentamos a ausência desse estudo que valida o valor apresentado, como afirmou.
A parlamentar salientou também a falta do secretário da Agricultura na discussão, considerando que a sua presença seria fundamental para explicar o dossiê e esclarecer eventuais dúvidas técnicas.
Sílvia Silva reforçou que a transparência e a disponibilização de dados concretos são essenciais para que a Assembleia Legislativa possa avaliar o diploma e o impacto das medidas previstas na reorganização fundiária da Madeira.