Da bancada do PS, Vitor Freitas, começou por afirmar que 2026 arrancou com uma “má notícia” que tem a ver com o subsídio de mobilidade, lamentando que a promessa de pagar apenas os 76 euros já havia caído por terra há algum tempo, tendo sido seguida pela “prometida plataforma sem qualquer burocracia” e a “consequente apresentação de não dívida à Segurança Social”.
Reiterou existir “discriminação em relação aos madeirenses”, conforme evidenciou, pelo governo do PSD/CDS-PP.