Vista do céu, a propriedade onde está o Museu da Família Teixeira, situada no fundo de um vale, parece um cenário saído de um livro de encantar, com a diferença de que as histórias que conta são reais e encontram paralelo na vida de milhares de famílias.
Ao transpormos o portão, a imagem bucólica adensa-se com o som da água da ribeira do Faial e dos pássaros. A tarde estava chuvosa, mas nem por isso ofuscou a beleza do que é bem cuidado.
À entrada, do lado esquerdo, um conjunto de estátuas em bronze ‘dá’ as boas-vindas aos visitantes. Ali, estão representados, o casal Albino Teixeira e Maria da Conceição Caires e dois dos seis cinco filhos, Maria Elsa e o pequeno Anacleto Teixeira, já falecidos. Estes são quatro elementos-chave desta história feita de partidas, luto, saudade e de vida. Mas há outros, não menos importantes.
Anaclet Teixeira foi o nosso guia. Abrigado da chuva, recebeu-nos numa pérgula ao estilo de casinha de prazeres (elemento típico das quintas madeirenses), em formato de coreto, com telhado, porta e janelas, onde deu o mote para uma visita emotiva.
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