No encerramento da 6.ª edição do Parlamento da Comunidade, na Ponta do Sol, a presidente Rubina Leal destacou a assiduidade, no que respeita a esta iniciativa, a presença de antigos deputados que conferem “credibilidade a este projeto”, afirmando que a ideia sempre foi fazer “literacia política”.
A presidente da Assembleia Legislativa Regional da Madeira aproveitou, ademais, para responder a algumas questões, dirigindo-se, em primeiro lugar, ao docente que questionava, no início desta sessão, o que faz o Parlamento para aproximar os jovens da política.
Perentória, Rubina Leal, aclarou que “até, abril de 2026, tivemos 3.300 pessoas a frequentar a nossa Assembleia, a visitar o edifício”, notava, observando que, na sua maioria, foram alunos.
Já no que concerne à evolução demográfica e fixação dos jovens, reconheceu o problema, mas também imputou responsabilidades às autarquias, com o conjunto de medidas como baixa carga fiscal, apoio à habitação. No parlamento, referiu vários projetos que contribuem “para que os jovens se fixem à Região”.
No entanto, considerou - de forma inequívoca - que é a “dinamização da economia” que sustenta e deixa os jovens apegados à terra, enumerando as diversas empresas internacionais que estão sediadas na Região.
“O que precisamos é de emprego e emprego qualificado”, sublinhou a presidente da Assembleia Legislativa Regional.
O Parlamento na Comunidade, iniciativa do JM e Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira, esteve, ao longo desta manhã de sexta-feira, no concelho da Ponta do Sol para a 6.ª edição da iniciativa.