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Parlamento na Comunidade: Jorge Moreira lembra elevado analfabetismo em Machico antes da Autonomia

Data de publicação
17 Abril 2026
11:11

O Parlamento na Comunidade, iniciativa do JM e Assembleia Legislativa da Madeira, conta com o antigo deputado do PSD Jorge Moreira, como orador convidado.

Na sua declaração política, o ex-deputado natural do Caniçal dividiu a dissertação em três momentos: introdução, uma viagem para o antes de 25 de abril e um retrato dos 50 anos de autonomia, com os desafios futuros.

Elogiou a presidência do Parlamento madeirense, pelo punho de uma mulher, um aspeto que Jorge Moreira quis destacar em prol da igualdade.

Por outro lado, lembrou o forte fluxo emigratório, que tornou a Madeira mais pobre, desperdiçando a sua juventude, com efeitos graves na agricultura, a falta de condições de saúde, de escolas, o elevado analfabetismo – em 1950, em Machico, era 75% de analfabetismo, Caniçal, 83%, por exemplo - , entre outros problemas que afetavam a Madeira antes do 25 de abril. Não existiam escolas condignas, “não havia dinheiro para os sapatos das crianças”. No final dos anos 50, na Madeira, as escolas situavam-se em casas alugadas.

No seu entender, e numa lógica mais atual, Jorge Moreira sublinhou que, apesar dos progressos, a autonomia continua a precisar de ser cuidada e reivindicada. A autonomia ainda é vista de uma forma centralizada, disse.

Já depois do 25 de abril, e com Alberto João Jardim a assumir o governo regional, recordou a sua frase, “A Madeira será aquilo que os madeirenses quiserem”, com planos a vários níveis para o desenvolvimento da Região.

Sobre o concelho de Machico, sublinhou que “a autonomia fortificou-se” quando a Madeira lançou a rede escolar, construiu creches e infantários, escolas secundárias, quando surgiu a Universidade da Madeira”, entre outras notas de desenvolvimento na Educação.

O Parlamento na Comunidade, iniciativa do JM e Assembleia Legislativa da Madeira, conta com o antigo deputado do PSD Jorge Moreira, como orador convidado.

Na sua declaração política, o ex-deputado natural do Caniçal dividiu a dissertação em três momentos: introdução, uma viagem para o antes de 25 de abril e um retrato dos 50 anos de autonomia, com os desafios futuros.

Elogiou a presidência do Parlamento madeirense, pelo punho de uma mulher, um aspeto que Jorge Moreira quis destacar em prol da igualdade.

Por outro lado, lembrou o forte fluxo emigratório, que tornou a Madeira mais pobre, desperdiçando a sua juventude, com efeitos graves na agricultura, a falta de condições de saúde, de escolas, o elevado analfabetismo – em 1950, em Machico, era 75% de analfabetismo, Caniçal, 83%, por exemplo - , entre outros problemas que afetavam a Madeira antes do 25 de abril. Não existiam escolas condignas, “não havia dinheiro para os sapatos das crianças”. No final dos anos 50, na Madeira, as escolas situavam-se em casas alugadas.

No seu entender, e numa lógica mais atual, Jorge Moreira sublinhou que, apesar dos progressos, a autonomia continua a precisar de ser cuidada e reivindicada. A autonomia ainda é vista de uma forma centralizada, disse.

Já depois do 25 de abril, e com Alberto João Jardim a assumir o governo regional, recordou a sua frase, “A Madeira será aquilo que os madeirenses quiserem”, com planos a vários níveis para o desenvolvimento da Região.

Sobre o concelho de Machico, sublinhou que “a autonomia fortificou-se” quando a Madeira lançou a rede escolar, construiu creches e infantários, escolas secundárias, quando surgiu a Universidade da Madeira”, entre outras notas de desenvolvimento na Educação.

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