O presidente da Assembleia Municipal de Machico, João Bosco, foi a 9.ª intervenção por parte da plateia que hoje enche a sala multiusos do Forum Machico em mais uma edição do Parlamento na Comunidade.
“Há uma transformação física sem paralelo”, advogou João Bosco, lembrando, igualmente, que “falta ouvir mais o povo”, e foi perentório nessa afirmação.
Reconheceu que muito se fez, em termos de infraestruturas e de educação, com “o poder reivindicativo”, mas que ainda hoje urge combater “o poder centralista”.
Asseverou que “o poder centralista do Funchal só abriu cordões à bolsa quando Machico teve poder de reivindicação”, louvando Santos Costa e o seu desempenho.
“Machico tem pago muito caro pela sua irreverência”, fundamentou, evocando que esse espírito rebelde continuará nesta “terra primeira”.
João Bosco afirmou que os machiquenses “não são cidadãos de segunda” e que faz votos de que esses “resquícios” tenham ficado para trás.
Sobre o fim do regime de colonia, João Bosco criticou o antigo presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, que acusa de “apenas ter assinado o decreto”.