“Nas bodas de ouro da Autonomia”, Alfredo Fernandes diz que o momento é de festa e de memória. “Para compreender o que a autonomia fez pela Madeira – desculpem o bairrismo – não há melhor do que o concelho da Calheta”. Há 50 anos, recordou, “a Calheta era um retrato de isolamento, era as Costas de baixo”.
Hoje é um dos principais motores de desenvolvimento regional e tem sabido ao longo destas décadas apoiar os governos que têm possibilitado que a Madeira tivesse dado este salto qualitativo extraordinário em meio século”.
Alfredo Fernandes destacou a evolução do seu concelho, ao nível das redes viárias, saúde, educação e o facto de hoje em dia, “as pessoas querem viver na Calheta”.
”Em 50 anos evoluímos de uma forma brutal”, disse.
A finalizar, a sua intervenção, mostrou-se preocupado com o abandono dos terrenos agrícolas, esperando por soluções “sem partidarites”.