Com os secretários regionais Paula Margarido, Elsa Fernandes e Pedro Rodrigues em representação do Governo Regional, na abertura da sessão solene relativa ao 52.º aniversário do 25 de Abril, foi Gonçalo Maia Camelo, deputado único da Iniciativa Liberal, o primeiro a subir ao palanque.
De acordo com a representatividade expressa no voto nas eleições de 2025, dispunha de cinco minutos, pelo que foi necessário apelar ao seu poder de síntese.
Disse que “a Constituição não é perfeita, pese as suas sete revisões, mas permite lançar todas as bases”, reforçando que “vale a pena ser livre, vale a pena descentralização a pensa ser livre”.
Considerou que “50 anos depois, sabemos que valeu a pena, mas sabemos que há muito para fazer”.
“Mais de 20 anos depois da última revisão, é preciso nova revisão. Sabemos que a autonomia funciona e do nosso lado temos também a experiência”.
O “balanço é positivo”, mas, alertou, “não vale pedir mais poderes, quando ainda não usamos todos os que tempos”.