O JPP, em comunicado à imprensa, manifesta-se satisfeito com a libertação do primeiro grupo de presos políticos na Venezuela, considerando o desenvolvimento um sinal de esperança para a população e uma vitória de carácter humanitário.
Com base em dados da Foro Penal, organização de direitos humanos com a qual o partido reuniu recentemente, o JPP recorda que, a 5 de janeiro, permaneciam 806 pessoas detidas por motivos políticos, incluindo 175 militares, 105 mulheres, um adolescente e cidadãos estrangeiros, entre os quais cinco lusodescendentes.
O partido expressa solidariedade para com os detidos e respetivas famílias e espera que o processo de libertações prossiga de forma contínua, interpretando-o como um possível sinal de abertura e melhoria do sistema judicial venezuelano.
“O JPP expressa igualmente a sua satisfação pela libertação das pessoas que já se encontram em liberdade, desejando-lhes uma rápida e plena recuperação física, mental e emocional, bem como o restabelecimento das condições necessárias para a retoma das suas vidas com dignidade e segurança”, sustenta o comunicado.