O JPP leva ao plenário madeirense, nesta terça-feira feira, um voto de protesto pela anunciada venda do Hospital Nélio Mendonça.
Na explanação, Élvio Sousa diz que tal nunca poder acontecer sem antes se concretizar um debate público. O líder parlamentar do JPP diz que por agora “tudo isto cheira a esturro”.
A discussão faz-se em conjunto com um outro voto de protesto, com o mesmo fim, no caso contra a alienação da unidade hospitalar.
Marta Freitas condena se tratar de um anúncio sem o suporte em qualquer estudo público, advogando que a unidade continue como complementaridade de serviços de saúde, um pouco à semelhança do que sucede atualmente com o hospital dos Marmeleiros que, por seu turno, seria requalificado para Lar de Idosos, defendendo, de resto, que o mesmo suceda na unidade ‘João de Almada’.