O deputado da IL, Gonçalo Maia Camelo, criticou a “existência de apoios extraordinários em setores específicos”, considerando que estes “acabam por beneficiar sempre os mesmos agentes económicos”.
Gonçalo Maia Camelo defendeu que a solução não deve passar por “tirar primeiro para depois devolver parcialmente”.
Relativamente à proposta do Chega, para a criação de um mecanismo automático de estabilização dos preços dos combustíveis, o deputado manifestou dúvidas quanto à sua exequibilidade.