Richard Marques, responsável pelo Serviço Regional de Proteção Civil, abordou 10 fundamentos para sermos mais resilientes a desastres, com os vários níveis de decisão suportados em estruturas de organização.
Organização para a resiliência de desastres, com o centro de situação e emergência; Identificar, compreender e usar cenários de risco; Reforçar a capacidade financeira para a resiliência; Desenvolvimento urbano resiliente; Salvaguardar Ecossistemas Naturais, onde se inclui o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais que apresenta uma resposta musculada e pronta a intervir; Reforçar a capacidade institucional de resiliência, constituída por 17 comissões de proteção civil; Compreender e fortalecer a capacidade social de resiliência, preparando a população para os fenómenos que possam advir, destancando aqui as várias sessões informativas, bem como a app do serviço de proteção civil e as ações de sensibilização nas várias escolas da Região; Aumentar a resiliência das infraestruturas, com a realidade do SIRESP e a rede de emergência e proteção civil e a criação de zonas de apoio à população em caso de catástrofe; Preparar a resposta a desastres, onde destacou a capacitação dos corpos de bombeiros e equipas diferenciadas de busca, socorro e desastre, assim como a implementação de uma unidade de susbtâncias perigosas; finalmente a Recuperação acelerada e maior construção, numa dimensão que passa pela recuperação pós-desastre, repondo a normalidade da vida das pessoas o mais rapidamente possível.
Richard Marques conclui afirmando que “não há sustentabilidade sem segurança”,