Ilídio Lopes, presidente da Escola Nacional de Bombeiros, no Fórum JM, a decorrer no Centro Cultural e de Congressos da ilha dourada, recordou que existem legalmente diferenças na estrutura das formações de sapadores e voluntários.
“Existe uma formação mínima, quer isto dizer que se houver uma formação máxima, todos beneficiam, quer o bombeiro, quer a sua prestação de serviço no corpo de bombeiros. Portanto, defendemos que qualquer que seja o bombeiro profissional numa associação humanitária poderá ter formação equiparada à do bombeiro sapador”, explicou, acrescentando que a diferença prende-se com o novo paradigma do Serviço Regional de Proteção Civil.
Como disse, “era pouca a formação que a Escola tinha na sua relação direta com a Região Autónoma e hoje temos, desde 2024, um enorme aumento de ações de formação e bombeiros em formação”.
“A Região deve responder a todas as áreas de formação que a Escola tem para que possa, aqui, formar os alunos com os formadores da Escola Nacional. É nesse caminho que estamos e que vamos prosseguir”, acrescentou.
”Não há bombeiros de primeira, nem de segunda, há bombeiros”, sublinhou Ilidío Lopes, defendendo, uma vez mais, a aposta na formação, em todas as vertentes da profissão.