Gregório Pestana, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros do Porto Santo, no Fórum JM, a decorrer no Centro Cultural e de Congressos da ilha dourada, recordou que todas as associações da Região tiveram “grandes dificuldades financeiras” e os profissionais não eram recompensados devidamente pelos riscos que atravessavam.
“Só recentemente se conseguiu fazer com que as associações fossem recompensadas financeiramente com novos contratos programa, fazer com que a carreira de bombeiro tivesse progressão e, assim sendo, melhores vencimentos para os bombeiros”, reconheceu.
Deixou claro, ainda, que “até 2024, as associações quase que encerravam as portas”.
Neste momento, “o próprio bombeiro sente-se recompensado”.