Rodrigo Silva, da Ponta do Sol, apresentou-se hoje junto ao hotel onde decorrem as III Jornadas de Aquacultura em sinal de protesto.
Exibindo uma pintura contra a aquacultura, disse ao JM que decidiu fazer um protesto assim que soube da realização do evento.
Diz que não é uma manifestação, apenas uma forma de marcar posição e dar visibilidade às razões pelas quais diz não à aquacultura, especialmente na Ponta do Sol.
"Estou aqui como cidadão e esta é uma forma de me expressar no espaço público", afirmou em declarações ao JM.
No caso da Ponta do Sol, diz que a aqualtura começo com base "numa mentira do secretário regional, na altura da Agricultura e Pescas, que disse que as jaulas ficariam a 4 quilómetros da costa, quando no projeto assinado por ele diz, que uma das boas fica a 750 metros da praia, mesmo junto ao cais da Ponta do Sol, um ícone, uma obra de arte natural com centenas de anos".
Segundo Rodrigo Silva, que tem marcado presença em todas as manifestações contra a aquacultura, esta é uma "indústria intensiva" e como tal "não é sustentável".
Iolanda Chaves