O Chega defende um modelo estruturado para o subsídio de mobilidade que permita aos madeirenses pagar diretamente apenas 79 euros, no caso de residentes, e 59 euros, no caso de estudantes, evitando que tenham de adiantar valores elevados e aguardar reembolsos.
Miguel Castro afirmou que a solução existe e depende apenas de vontade política da maioria parlamentar na Assembleia da República.
O partido propõe também a inclusão das agências de viagens e dos clubes desportivos regionais na plataforma digital, de forma a permitir que recebam rapidamente o reembolso de bilhetes pagos, garantindo liquidez e eficiência nas deslocações nacionais.
Além disso, o Chega defende a manutenção do atendimento presencial, alertando para a necessidade de proteger cidadãos com menor literacia digital ou financeira. O partido critica ainda a complexidade atual do sistema, nomeadamente a exigência detalhada de taxas e componentes tarifárias, que torna o processo burocrático e pouco transparente.
Segundo Miguel Castro, “a mobilidade é um direito decorrente da continuidade territorial, não pode transformar-se num obstáculo financeiro para quem vive numa região insular”.