Coube a Emanuel Câmara encerrar, esta tarde, o debate na Assembleia da República sobre o modelo do Subsídio Social de Mobilidade.
O deputado socialista eleito pelo círculo da Madeira lamentou que os deputados do PSD eleitos pelas regiões autónomas não tenham tido a oportunidade de dizer “o que lhes vai na alma” e lamentou a ausência do Governo na discussão.
Emanuel Câmara defende que os madeirenses e açorianos deverão pagar apenas o valor fixo de 79 euros e de 59 euros (estudantes), no caso da Madeira, e de 119 e 89 euros, no caso dos Açores, e disse que exigir a inexistência de dívidas ao fisco atenta contra o direito à mobilidade.
Acusou os governos da AD de terem sido os que mais prejudicaram os madeirenses e açorianos.
“Hoje saberemos quem está verdadeiramente ao lado dos portugueses das ilhas, que cada um de nós decida com a sua consciência”, afirmou.
Lancou o repto a Hugo Soares para que “não seja anti-autonomista”.