O presidente do PSD afirmou, hoje no encerramento do congresso do PSD, que o Estado ignora as Regiões Autónomas. “É transversal a todas as forças políticas” no continente, afirmou, revelando que os representantes dos partidos nacionais quando vêm à Madeira em eleições, são só beijos e abraços”, mas depois de eleitos, “não atendem o telefone”.
Com referência à coligação governativa, Albuquerque reafirmou o compromisso de estabilidade.
Cumprimentou os representantes ausentes do PSD nacional, “porque quero fazer votos para que o bom senso impere e o PSD/Madeira retome uma situação de normal cordialidade com o PSD nacional. Se eles quiserem”.
Espera que o partido a nível nacional “tenha assimilado que connosco, a prepotência não resulta. Nós não caminhamos de joelhos. O PSD anda sempre de cabeça erguida”.
“É bom que entendam que nós fazemos parte do PSD nacional porque queremos ainda. Se o PSD nacional pensa que os representantes dos deputados da Madeira ficam sem voz na Assembleia da República, nós passamos a independentes”.
Afirmou ainda que os interesses da Madeira têm de ficar sempre salvaguardados.