Israel elogiou hoje os Estados Unidos da América (EUA) pela operação de captura do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, enquanto o grupo radical palestiniano Hamas condenou-a um ataque à “soberania de um Estado independente”.
“Israel celebra a retirada do ditador que liderava uma rede de droga e de terrorismo, espera que a democracia regresse ao país e que se mantenham as relações amigáveis entre os dois Estados”, escreveu o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Gideon Saar, na rede social X.
O chefe da diplomacia israelita elogiou ainda a operação dirigida pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, que “agiu como um líder do mundo livre”.
Saar descreveu o dia de hoje como “um momento histórico”, no qual Israel “está do lado do povo venezuelano, que ama a liberdade e que sofreu sob a tirania ilegal de Maduro”.
“A América do Sul merece um futuro livre do eixo do terrorismo e das drogas”, escreveu o ministro israelita.
Também em reação à operação militar dos Estados Unidos, o grupo radical palestiniano Hamas considerou-a um “atentado contra a soberania de um Estado independente”.
Em comunicado, o Hamas disse que “é uma violação grave do direito internacional e um atentado contra a soberania de um Estado Independente”, que também “representa uma ameaça direta à paz e à segurança internacionais”.
Para o movimento islamita, a operação ordenada pelos Estados Unidos “é um prolongamento das injustiças políticas e das intervenções norte-americanas, que escondem ambições imperialistas”.