MADEIRA Meteorologia

Como proteger o rosto da humidade e do sol forte que já se faz sentir no arquipélago

Data de publicação
08 Abril 2026
10:42

Quem mora no arquipélago sabe que o clima tem as suas próprias regras. O sol bate com mais força do que parece, a humidade está presente quase o ano todo e, juntos, formam uma combinação que a pele do rosto acaba sentindo. Não de repente, mas aos poucos: uma mancha que aparece, um pouco mais de ressecamento do que o esperado, ou aquela sensação de que a pele nunca fica totalmente confortável; com uma rotina adaptada ao clima, tudo isso pode ser evitado.

O protetor solar, aquele aliado que usamos menos do que deveríamos

Muitas pessoas aplicam protetor solar apenas quando vão à praia ou quando o sol está realmente forte. Mas, no arquipélago, a radiação está presente mesmo em dias nublados ou nas deslocações diárias. Esse dano acumulado, invisível no início, acaba aparecendo na forma de manchas, perda de firmeza ou envelhecimento prematuro. Para resolver isso, basta tornar o protetor solar o último passo da rotina matinal, da mesma forma que escova os dentes.

É aqui que a cosmética coreana leva vantagem. Marcas como a COSRX reformularam o que entendemos por protetor solar: texturas leves, sem o resíduo branco de sempre, que hidratam enquanto protegem e que não obstruem os poros, mesmo que esteja calor. Para o clima do arquipélago, esse tipo de fórmula faz a diferença entre um produto que utiliza diariamente e um que acaba abandonando na gaveta.

Quanto ao FPS, o recomendado é FPS 50 ou superior se passar tempo ao ar livre. E reaplicá-lo a cada duas ou três horas quando estiver exposta ao sol, sem esquecer o pescoço, as orelhas ou a linha do cabelo, áreas que costumamos negligenciar.

Hidratação em climas úmidos: sim, também é necessária

Pode parecer estranho falar em hidratação quando o ambiente já está carregado de humidade. Mas a pele não absorve a água do ar, e em climas quentes e húmidos a barreira cutânea, aquela camada protetora que retém a hidratação, enfraquece com facilidade. O resultado é uma pele que perde água, mesmo que o ambiente seja húmido.

Para esse tipo de clima, os produtos da Korean Skincare funcionam especialmente bem porque são formulados, em grande parte, pensando em condições semelhantes às da Coreia do Sul; verões quentes e húmidos, em que um creme denso seria um erro. As texturas em gel ou aquosas fornecem água sem adicionar camadas que pesem ou brilhem. O ácido hialurónico, por exemplo, atua retendo a humidade na pele, e aplicá-lo sobre o rosto levemente húmido potencializa esse efeito.

Ingredientes como a centella asiática, a niacinamida ou o aloe vera complementam bem essa hidratação, pois, além de nutrir, acalmam as leves irritações que o sol e o calor provocam com o tempo. Uma pele com a barreira em condição favorável resiste melhor ao ambiente, regula melhor o sebo e precisa de menos correções.

Para proteger o rosto no arquipélago, é preciso constância e escolher bem os produtos. Um protetor solar adequado adaptado ao clima, uma hidratação leve que não sobrecarregue a pele e atenção aos ingredientes que reforçam a barreira cutânea são, na prática, suficientes para manter o rosto em bom estado durante todo o ano. O clima é o que é, mas a pele pode aprender a conviver com ele.

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