“Não há projeto político que sobreviva sem o apoio da sua população”, lembra Nuno Batista

Fazendo questão de referir que “não há equipa nem projeto político que sobreviva sem o apoio da sua população”, o presidente da Câmara Municipal, Nuno Batista, lançou, hoje, durante a cerimónia de encerramento do 1º Encontro Autárquico do PSD Porto Santo, um apelo a todos os porto-santenses para que continuem a acreditar no seu projeto e a fazer parte ativa da sua execução, valorizando o que de bom se faz mas, também, alertando para o menos positivo.

“Não há mandatos que sejam feitos só com coisas positivas e, tal como desde a primeira hora defendemos, é com a nossa população que queremos continuar a trabalhar a uma só voz pela nossa terra”, disse, reiterando a importância do Porto Santo prosseguir o seu caminho e garantir o cumprimento de todas as metas a que se propõe.

Nuno Batista que, nesta cerimónia, reiterou a importância de manter este ciclo em 2023, sublinhando que, paralelamente aos milhões de euros em investimentos que estão em causa, aquilo que verdadeiramente tem de ser prioridade é a possibilidade do município, em parceria e articulação com o Governo, continuar a trabalhar em nome do bem comum e a concretizar tudo aquilo a que os porto-santenses têm direito.


Roberto Silva pede “atitude, ação, mobilização e trabalho”

“O próximo ano será fundamental para o PSD e para o Porto Santo e aquilo que eu peço, a cada um dos nossos militantes, é atitude, ação, mobilização e trabalho” afirmou o presidente da Comissão Política do PSD Porto Santo, Roberto Silva.

Sublinhando a importância da proximidade e do dialogo permanente entre todos, Roberto Silva garantiu que, tal como no passado, “o PSD vai continuar a encontrar as melhores soluções, na base daquilo que é melhor para o Porto Santo” e reiterou que, juntamente com a população, irá "continuar a trabalhar e a colocar o Porto Santo em primeiro lugar e, sempre, no caminho certo”.

Na sua intervenção final, voltou a lembrar que há investimentos que não se podem descurar e oportunidades que não se podem perder para o futuro, mostrando-se confiante de que a população continuará a saber escolher "entre os que cumprem e os que nada fazem".