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Artigo de Opinião

Deputado na ALRAM

17/04/2024 08:00

A economia na Madeira cresce consecutivamente desde abril de 2021. Desde que ultrapassámos um dos piores momentos, como foi o caso da pandemia de Covid-19, as nossas empresas não têm parado de desenvolver-se. Atravessamos uma fase muito importante para a nossa Região no que diz respeito a esta matéria.

Enquanto alguns incautos vaticinavam um retrocesso depois do período pandémico, o Governo Regional, as empresas e os trabalhadores desta terra não pararam e encontraram soluções para termos trajetórias ascendentes, para alavancar novamente a nossa Região e, inclusive, para melhorar os números registados antes do surto.

A Madeira sempre foi uma Região que lutou e trabalhou sozinha, mas que acreditou na sua força, na sua coragem, na sua resiliência e, sobretudo, nas suas gentes. Mesmo perante o Estado que não se mostrou disponível para a ajudar.

E por falarmos em economia e crescimento, temos que falar do PIB.

O Produto Interno Bruto da Região Autónoma da Madeira superou os 6 mil milhões de euros em 2022, um máximo histórico. A Madeira foi a região do país que mais cresceu em 2021 (+9,2%) e a segunda nessas circunstâncias em 2022 (+14,2%, apenas atrás do Algarve com +17,0%).

Quanto ao PIB por habitante, em 2022, o mesmo fixou-se nos 23 675 euros na Região, acima da média nacional, que foi de 23 531 euros. Segundo as projeções, em 2023, o PIB da Madeira vai estar novamente acima da média nacional e deverá ultrapassar os 6,6 mil milhões de euros.

Em 2024, esta grandeza macroeconómica deverá, inclusive, rondar os 7 mil milhões de euros. Mesmo que isto incomode os opositores, especialmente os socialistas e os liberais.

Em 2015, quando começou este novo ciclo governativo liderado por Miguel Albuquerque, a taxa de desemprego estava nos 16,2%. Oito anos depois, em 2023, a taxa de desemprego foi de 5,9%, com uma pandemia no meio, com uma guerra na Europa e com ataques constantes da República à nossa Autonomia.

Este Governo Regional não parou, não baixou os braços e lutou para reduzir as taxas de desemprego e o desemprego registado.

Em 2023, a taxa média do desemprego na Madeira foi de 5,9% - das melhores de sempre.

Foi este mesmo executivo, de Miguel Albuquerque, que cumpriu com os professores, que recuperou o tempo de serviço dos docentes da nossa Região e que valorizou as carreiras dos profissionais de saúde.

Foi com este executivo que atingimos números recordes na hotelaria, nas dormidas e nas ligações aéreas, com apostas essenciais nas tecnológicas e no desenvolvimento de novos sectores.

É na Madeira que temos sido pioneiros, que temos defendido verdadeiramente as forças de segurança. Foi o governo do PSD Madeira que que sempre se chegou à frente no pagamento dos subsistemas de saúde. As nossas forças de segurança, abandonadas pela República, puderam contar com o Governo Regional.

Um Governo que, ao mesmo tempo, tem sabido acolher, sem discriminar, os seus filhos espalhados pelo mundo que decidem regressar à sua terra.

É mais do que certo que alguns vão dizer que a nível nacional estes números e demais indicadores também foram bons, mas não admitirão que, na Madeira, foram muito melhores.

Muitos dos indicadores estão acima da média europeia, mas, todos eles, muito acima da média nacional.

Foi este Governo que, liderado por Miguel Albuquerque, cumpriu, e mais cumpriria, no rumo certo.

Hoje, o PSD Madeira, com a sua liderança reforçada, apresenta-se às eleições com provas dadas na governação. Não é tempo de embarcar em aventuras, nem em radicalismos, sejam eles da esquerda ou de direita. E, muito menos, dos radicais dos papelinhos e do anonimato.

É hora de seguirmos juntos e sem medo. Sempre pela Madeira!

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