Miguel Silva Gouveia lançou hoje um derradeiro apelo ao voto em António José Seguro, reafirmando que este é o candidato que garante a defesa da Constituição e o respeito pela Autonomia regional.
Numa iniciativa levada a efeito no centro do Funchal, neste penúltimo dia de campanha para as Presidenciais, o mandatário regional da candidatura de António José Seguro alertou que a Madeira também “tem de fazer o seu papel” e contribuir para uma vitória de Seguro no próximo domingo e aproveitou para criticar silêncios e posições ambíguas.
“A Madeira neste momento não precisa de indigência política”, afirmou, no que foi entendida como uma crítica a Miguel Albuquerque. “Isso não sai em benefício de um País que se quer democrata e onde as liberdades cívicas sejam, efetivamente, cumpridas”, declarou, citado numa nota divulgada pelo PS.
De acordo com Miguel Silva Gouveia, a Madeira precisa de liderança e de se assumir como parte da portugalidade, pelo que “a Autonomia não pode dar falta de comparência quando o que está em causa é todo o País”.
O mandatário da candidatura apoiada pelo PS frisou a importância de mobilizar os eleitores, no domingo, alertando que “sondagens nunca ganharam eleições” e considerou essencial manifestar, pelo voto, que “a Madeira continua a ser pela democracia, pelo progresso, pela solidariedade e por uma sociedade que seja fraterna e inclusiva, tratando-nos como portugueses de primeira”. “É isso que António José Seguro tem manifestado ao longo desta campanha. Foi o único candidato que manifestou a vontade de unir os portugueses e que referiu que quer ser o presidente de todos, sem exceção”, acrescentou.
Miguel Silva Gouveia adiantou que Seguro será um presidente de proximidade e que já manifestou ser um defensor intransigente da Constituição e um respeitador das autonomias da Madeira e dos Açores, dando como exemplo a sua oposição às alterações ao Subsídio Social de Mobilidade, avisando que não permitirá que nenhum pacote legislativo venha discriminar portugueses. “Espero que, entre a incerteza de uma rutura com o humanismo, a unidade e a democracia e uma pessoa que nos dá segurança de que a Madeira será respeitada e ouvida a nível nacional, os madeirenses optem por António José Seguro para presidente da República”, expressou.
“Neste momento, só há uma pessoa que nos garante o respeito pelas autonomias, pela pessoa humana e por cada português. Essa pessoa é António José Seguro”, rematou.