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PS denuncia “embuste legislativo” e “trapalhada” do PSD no Subsídio de Mobilidade

Data de publicação
22 Janeiro 2026
14:33

O líder parlamentar do PS-Madeira denunciou, hoje, “a trapalhada e o embuste legislativo que configura a proposta do PSD para alterar as regras do Subsídio Social de Mobilidade, tendo em conta que não resolve os problemas que afetam os madeirenses”.

Em conferência de imprensa realizada na Assembleia Legislativa, Paulo Cafôfo afirmou que “a proposta dos sociais-democratas é uma ilusão política e alertou que, de acordo com a mesma, os madeirenses continuam obrigados a adiantar centenas de euros para viajarem, e não apenas os 59 ou os 79 euros”. O socialista considera que “esta é uma situação inaceitável e aponta baterias ao PSD, por continuar a não cumprir a sua promessa. A proposta do PSD não resolve o essencial porque, mesmo com a plataforma, temos um calvário de burocracia que faz desesperar os residentes que pretendem usufruir do Subsídio Social de Mobilidade”.

O líder da bancada parlamentar socialista explicou “que, desde o primeiro momento, o PS mostrou abertura total para encontrar uma solução séria, equilibrada e viável, apresentando propostas realistas e viáveis, mas disse que, do outro lado, encontrou uma parede, boicote e politiquice”. “O PSD não quis consenso. Não quis uma posição forte e conjunta da Assembleia Legislativa da Madeira. Preferiu isolar-se, atacar o Partido Socialista e fingir que está a resolver um problema que foi criado pelo próprio PSD a nível nacional”, explicou.

O socialista sublinhou que “um modelo de mobilidade aérea não se constrói com truques nem com jogos políticos, mas com clareza, justiça e responsabilidade, sendo que este diploma não tem nenhuma destas três premissas”. “O PSD vai de trapalhada em trapalhada. Reagiu tarde, tenta agora sacudir responsabilidades e apresentar-se como solução para um problema que criou e que continua a não resolver”, afirmou.

Paulo Cafôfo afirmou que “a proposta do PSD-M está condenada ao fracasso, mas assegurou que o PS não vira costas à Região e continuará a lutar por uma verdadeira solução para a mobilidade aérea, seja no Parlamento regional, seja no nacional. Os madeirenses não precisam de ilusões políticas. Precisam de pagar apenas os 59 e os 79 euros. Precisam de justiça, e é isso que o Partido Socialista continuará a exigir, com firmeza, com responsabilidade e sem oportunismos”, rematou.

O líder parlamentar do PS condenou ainda “as declarações de ontem do primeiro-ministro, que reafirmou que quem tem dívidas ao Estado fica impedido de receber o Subsídio de Mobilidade”.

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