Relativamente aos estragos registados no parque desportivo do centro, provocados pelas recentes tempestades, José Carlos Gonçalves esclareceu que a responsabilidade pela reposição do espaço cabe à empresa construtora. “Já houve reuniões com a empresa, com engenheiros da Câmara e com a fiscalização da obra. Estão a ser feitos levantamentos no terreno, limpeza e reposição de equipamentos”, afirmou, acrescentando que o calendário da intervenção depende agora exclusivamente da empresa.
Quanto às obras em curso na Marginal de São Vicente, o presidente da Câmara esclareceu que não são da responsabilidade do município, mas sim da Via Expresso, tratando-se de uma intervenção de contenção de um muro afetado por erosão. Por se localizar na orla marítima, a obra não careceu de autorização camarária. Ainda assim, garantiu que, após concluída, a estrutura “terá impacto visual reduzido”, não sendo visível a partir da via pública, segundo o autarca.
No âmbito do orçamento municipal aprovado, de 12 milhões, no que respeita ao apoio ao movimento associativo, o orçamento prevê verbas para a área cultural e um reforço significativo para os Bombeiros, com uma dotação superior a 700 mil euros, mais 100 mil euros do que no ano anterior.