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Plano de Resíduos Urbanos da Calheta “vem dar razão às intervenções do JPP”

Data de publicação
06 Fevereiro 2026
10:07

Uma leitura atenta ao Plano Municipal de Resíduos Urbanos (PMRU) para o concelho da Calheta, confirma “a ausência de uma estratégia autárquica na gestão de um setor de primordial importância para o ambiente e a qualidade de vida no concelho”.

Em comunicado, “os dados atuais constantes do documento, indicam que o JPP esteve sempre do lado da verdade e dos factos nas abordagens e intervenções feitas ao longo dos últimos anos sobre as insuficiências na rede de recolha de resíduos”.

Este foi o tema em foco durante a reunião do executivo PSD, realizada na última quinta-feira. “A maioria apresentou o Plano Municipal de Resíduos Urbanos (PMRU), um documento que estabelece a estratégia para a gestão dos resíduos urbanos no concelho da Calheta, no período 2026-2030”.

“O JPP disse sempre, nos últimos anos, que nesta matéria havia imenso trabalho para fazer, que a autarquia falhou mesmo muito antes da pressão turística, mas voltou a falhar ao não conseguir preparar o concelho para responder à procura dos últimos anos e, consequentemente, a situação, se já não era famosa, ficou muito pior”, afirma o vereador do JPP, Basílio Santos.

Em suma, o autarca refere que “84,3% dos resíduos recolhidos são indiferenciados. As condições de trabalho dos trabalhadores da salubridade são precárias. Faltam fardas, calçado e equipamento de proteção individual. Ausência de balneários para mudança de roupa após turnos. Falta de efetivos no quadro para estas tarefas. É preciso reforçar os ecopontos, implementar as ilhas ecológicas, a lavagem e desinfeção de contentores”, lê-se.

“Na verdade, o Plano Municipal de Resíduos Urbanos (PMRU) indica que a produção de resíduos tem aumentado, atingindo 5.853 toneladas em 2024, o que corresponde a 536 kg per capita, acima da média nacional, sendo que apenas 15,7% é recolha seletiva”, informa.

“Sem expansão da rede e recolha seletiva porta-a-porta para o setor comercial, a Câmara não cumprirá metas regionais, acumulando pressão política e ambiental. Esta expansão exige um esforço imediato na contratação de recursos humanos e veículos”, constata-se.

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