“O PS não é nem pode ser um espaço de vaidades ou de lugares garantidos”, considerou Hugo Marques, ao abrir o período de intervenções dos socialistas, após a apresentação da moção de estratégia global da nova líder Célia Pessegueiro.
O autarca de Machico, aditou que o sucesso do PS-M é uma responsabilidade coletiva”, e, por “não é nem pode ser um espaço de vaidades ou de lugares garantidos”. Nesse sentido, apelou a uma cultura política alicerçada na igualdade, na lealdade e no mérito.
Sara Cerdas, antiga eurodeputada, frisou que o PS é o único partido com ligação regional, nacional e europeia, reforçando a importância do partido. Na sua intervenção, a socialista expressou-se sobre os problemas que têm de ser corrigidos na Saúde, destacando que é preciso reter os talentos, a riqueza humana.
Com problemas que carecem de resolução urgente, Sara Cerdas, afirmou que “podem dizer que não há dinheiro, nós dizemos que há desperdício”.
Depois da intervenção de Emanuel Câmara, Olavo Câmara, um dos rostos da juventude do PS, quis mobilizar o partido para um caminho de força na Região. “O PS tem força quando tem mais autarcas, quando tem mais autarcas nas freguesias da Região”, afirmou, apelando à nova direção que dê mais protagonismo aos presidentes de Câmara e de juntas de freguesia no PS.
Cátia Pestana, líder das Mulheres Socialistas, começou por avisar que, apesar de estar de saltos altos, tem as sapatilhas prontas para correr na mobilização de todos os militantes, no terreno.