No seu discurso, Célia Pessegueiro defendeu que “é o momento de rever a constituição, de extinguir o representante da República e transferir as suas competências para a presidência da Assembleia Legislativa, que também devem ser clarificadas.
Quer que a Lei de Finanças Regionais seja revista e que os projetos de interesse comum sejam frequentes e não uma exceção como é o hospital, com apoio de 50% do Estado.
Por outro lado, entende que é tempo de limitar os mandatos para o Governo Regional. “12 anos é mais do que suficiente”, expressou, lembrando que o próprio presidente do governo, Miguel Albuquerque defende o mesmo. “Vamos ter de dar uma mãozinha para concretizar a promessa de Albuquerque”, sustentou a líder socialista.
Com o subsídio de mobilidade em foco, com críticas às declarações de Luís Montenegro e à obrigatoriedade de não dívidas fiscais ou à segurança social, que não se colocam aos portugueses do continente noutros apoios, Célia Pessegueiro adiantou que o grupo parlamentar do PS está a trabalhar num modelo para que os madeirenses paguem apenas a parte que lhes compete em vez de adiantarem a totalidade nas suas deslocações aéreas”.
A presidente do PS criticou, por outro lado, que o lema do turismo “Madeira tão tua” tenha vindo a excluir cada vez mais os madeirenses, como na decisão de reservas para os percursos. “Se há excesso de carga nos trilhos, que se corte nas entradas dos turistas e não se penalize os madeirenses”, disse, ressalvando que o PS não tem nada contra a vinda dos visitantes.