A Juventude Popular da Madeira apelou, hoje, à revisão das novas tabelas de preços aplicadas nos Centros de Juventude da Região, defendendo que os aumentos não devem penalizar os jovens, informou em comunicado.
Segundo a estrutura, embora reconheça a necessidade de atualização de tarifas, critica a dimensão dos aumentos e o alargamento da época alta, alertando que os novos valores afetam diretamente o público-alvo destes espaços, nomeadamente jovens, escolas e atividades educativas.
A Juventude Popular aponta exemplos como o aumento do custo por noite em quartos múltiplos, que terá subido de forma significativa, e critica ainda o fim da tarifa específica para crianças, considerando que esta medida prejudica visitas de estudo e iniciativas escolares.
Para a organização, os Centros de Juventude não devem funcionar como unidades turísticas, defendendo que eventuais aumentos devem incidir sobretudo sobre utilizações de caráter turístico e não sobre os jovens.
A estrutura defende, por isso, a reavaliação das tabelas, com especial enfoque na criação de condições mais favoráveis para crianças, estudantes e menores de 30 anos.