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JPP diz que Eduardo Jesus falha entrega dos pareceres sobre o prédio da antiga FAOJ

Data de publicação
10 Dezembro 2023
11:35

Em comunicado, o JPP refere que têm sido “negras” as últimas semanas para a preservação do património cultural edificado e classificado do Funchal. “Primeiro, foi a confirmação do arrasamento de uma das mais interessantes quintas oitocentistas do Funchal, propriedade do Governo Regional da Madeira, e onde funcionou a antiga FAOJ (Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis)”, escreve o líder parlamentar, Élvio Sousa, acrescentando a isso a “dentada no topo da muralha do Funchal, um imóvel classificado de interesse municipal em 2004, numa altura em que Albuquerque era presidente da Câmara, agora liderada por Calado.”

“Depois do anúncio da obra ‘aloucada’ de um estacionamento em plena zona histórica do Largo do Município, e do anúncio ‘festivo’, com direito a cocktail, da demolição dessa quinta da antiga FAOJ, parece que o património do Funchal, agora pelo cheiro dos milhões da Bazuca, se encontra a saque, pela nova pirataria do século XXI”, refere Élvio Sousa, que entende que, face a isto, a justificação do secretário regional de Turismo e Cultura, Eduardo de Jesus, “atrapalhado pela exposição pública de um ‘crime lesa património’, em plena zona de proteção de um imóvel de Interesse Público (Recolhimento Bom Jesus), não convenceu ninguém e esconde a realidade dos pareceres técnicos.”

“Para adensar ainda mais este processo, fermentado pelos 7 milhões da Bazuca, o Secretário Eduardo Jesus falha, uma vez mais, os prazos legais para a entrega da documentação, através da Direção Regional de Cultura. Terminou dia 5, o prazo de dez dias, findo o qual pretendíamos conhecer os “papelinhos” sobre o projeto de arquitetura do edifício da rua 31 de janeiro (n.ºs 77-80). A PATRIRAM, que devia ser o garante do ‘património’ público, é outra instituição cúmplice deste crime de ‘lesa-património’.”

  • “Os milhões sôfregos da bazuca têm de ser investigados e escrutinados”, diz Élvio Sousa.

Face a isto, o JPP refere que, não havendo “documentos internos ou segredos”, “tudo é público e vai ser tornado público.”

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