Para o líder da Assembleia Municipal, o "Funchal é de todos", independentemente das suas crenças ou ideologias.
"Dos que concordam com o rumo traçado pelo atual Executivo. Dos que consideram que é preciso adotar outros caminhos. Ou dos que acham que pode ser feito mais e melhor. É de todos os que cumprem o seu dever cívico, participando ativamente para a construção de um futuro que melhor expresse as ideologias que defendem".
José Luís Nunes vinca que tem assumido uma postura de proximidade e que durante esta incursões tem observado que o concelho "é composto por gente culta, informada, que vê para lá do seu umbigo e tem conhecimento histórico. Pessoas que sabem o que querem e para onde pretendem ir.
Pessoas responsáveis e capazes de ajudar o próximo. Que pretendem saber o que fazem os seus representantes na Assembleia Municipal. Que querem estar envolvidos na defesa do interesse comum."
O presidente da Assembleia Municipal não deixou de admitir que os tempos atuais "continuam pouco amigáveis para o cidadão comum. Depois da pandemia veio a atrocidade da guerra e a subsequente escalada de preços que emagreceu orçamentos familiares e gerou dificuldades inesperadas."
Mas destacou a capacidade de resiliência dos munícipes para contornar "obstáculos em prol de um futuro melhor. Manifestando a coragem que sempre nos caraterizou durante estes 515 anos de história da cidade, que é refletida em todos nós, em particular nos nossos concidadãos que acompanharam a evolução dos tempos durante um século de existência."
Paula Abreu