Do PS, Sancha Campanella destacou que a “política só se exerce com responsabilidade” quando “cuida” dos imóveis que refletem a identidade regional.
Lembrou que, segundo a Constituição portuguesa, o proprietário do edifício é uma entidade pública, reforçando a obrigação de preservação. Aliás, nomeou a inscrição no PIDDAR desde 2021, sintetizando que falhou a “execução”.
Apesar de o palacete acolher o Instituto do Vinho da Madeira e ser classificado como imóvel de interesse local, Sancha Campanella alertou para o “paradoxo”: a urgência da sua “dignificação existe”, mas “permanece apenas no papel”.
O JPP apresentou um projeto de resolução recomendando a realização de uma avaliação técnica e a adoção de medidas de salvaguarda do edifício do Instituto do Vinho.
A socialista usou de vários exemplos para que a oposição não diga que é “redundante”, defendo um “calendário efetivo”.