Da IL, Gonçalo Maia Camelo realçou que o “essencial” é “cumprir o que foi prometido a estes profissionais e acordado com os mesmos ao longo do tempo e acho que isso vai ser feito (...). mas não fiquei sinceramente esclarecido se ficam todos os problemas resolvidos. Se não, ainda vamos continuar com esta ladainhda”, proferiu.
O deputado único da IL diz que a situação deve-se resolver com “justiça”. Concorda com a “valorização”, mas que essa não se pode esgotar “em questões remuneratórias, subsídios, promoções automáticas, há muito mais a valorizar”, defendeu o liberal.
Deixou, por fim, uma “nota de enquadramento geral”, dizendo que fica “confuso” que para pagar “1 milhão e meio de euros tenha de dividir esse valor por 3 anos”.
“É a postura sistemática do Estado perante os contribuintes e os cidadãos", rematou.
É discutido o Decreto Legislativo Regional que “Aprova a proposta de Decreto Legislativo Regional que fixa um acréscimo remuneratório dos cargos de direção e de coordenação das carreiras dos técnicos superiores das áreas de diagnóstico e terapêutica, altera o Decreto Legislativo Regional n,a 40/2023/M, de 3 de agosto, e o Decreto Legislativo Regional n.e B/20L9/M, de 6 de agosto”.