O deputado do Chega, Miguel Castro, afirmou que o apoio da sua bancada à proposta de Decreto Legislativo Regional sobre a valorização remuneratória dos técnicos superiores das áreas de diagnóstico e terapêutica depende da concordância expressa dos próprios profissionais.
Intervindo no debate parlamentar, Miguel Castro começou por esclarecer que, apesar da “profundidade” das intervenções anteriores, os técnicos superiores presentes já estariam suficientemente “elucidados sobre o conteúdo da proposta”.
Nesse sentido, lançou um desafio à Mesa da Assembleia Legislativa, sugerindo que fosse auscultada a posição dos profissionais relativamente à iniciativa em discussão.
“Gostava de sugerir que a Mesa questionasse se os técnicos concordam com esta proposta na íntegra”, afirmou o deputado.
Miguel Castro foi claro quanto à posição do Chega, sublinhando que o sentido de voto da bancada está diretamente ligado à opinião dos profissionais visados. “Se concordarem, terão a aprovação da minha bancada. Se não concordarem, não terão, porque estou aqui sempre para defender aqueles que dignificam a saúde na nossa Região”, declarou.
Em causa está a discussão do Decreto Legislativo Regional que aprova um acréscimo remuneratório para os cargos de direção e de coordenação das carreiras dos técnicos superiores das áreas de diagnóstico e terapêutica, procedendo igualmente à alteração do Decreto Legislativo Regional n.º 40/2023/M, de 3 de agosto, e do Decreto Legislativo Regional n.º B/2019/M, de 6 de agosto.