A Iniciativa Liberal manifestou preocupação com o novo modelo criado pelo Governo Regional para a área da Medicina Física e Reabilitação, considerando que as medidas penalizam os utentes e não resolvem os problemas estruturais do sistema.
O deputado Gonçalo Maia Camelo defendeu que “quando temos um aumento tão expressivo, e aparentemente injustificado, do número de tratamentos, sem correspondência com o número de utentes, a pergunta que se impõe é simples: o que falhou no sistema?”.
O liberal critica a introdução de um copagamento de 20% para os utentes, considerando que “a resposta não pode ser fazer o utente pagar mais”, defendendo antes a fiscalização e punição de eventuais infratores.
“A medicina não se faz por decreto. Cada caso é um caso, e impor limites rígidos pode significar tratamentos incompletos”, afirmou ainda Gonçalo Maia Camelo.