“Nós temos a máquina montada. Cada esquina tem um centro de saúde”, começou por referir Herberto Jesus, que, no Fórum JM, subordinado à saúde.
Alertou que o madeirense tem por hábito “fomentar a cultura de doença”, numa reflexão algo paternalista, deslindando, que no limite, confiamos no Sistema Regional de Saúde. “Vamos todos lá bater”, apontou o responsável, a destacar que a inovação em terapêuticas vem desde há muitos anos e com “ferramentas muito importantes em literacia”.
“Falta a colaboração do cidadão que nem sempre acontece”, considerou Herberto Jesus, numa intervenção marcada pela computação quântica, assim como pela referência à construção do novo Hospital Central e Universitário da Madeira.
Mais disse que a única forma de vencer é “trabalhar em conjunto”, bem como “ter profissionais que gostem da saúde”. Afirmou ainda que a IA pode ajudar a decidir, mas que a decisão final é do humano.
A propósito da sustentabilidade da saúde, considerou as potencialidades do novo hospital que pode servir de “verão demográfico”, contribuindo para reter jovens na Madeira.