Emanuel Câmara começou a sua intervenção de forma efusiva, incentivando à mobilização do partido. Olhou para a ala dos históricos do PS, no congresso regional do partido, para recordar a força socialista.
O antigo presidente do PS e, como anunciado pelo JM, o novo presidente da comissão regional do partido, não tem dúvidas de que o PS será alternativa governativa, sublinhando que trabalhará lado a lado com Célia Pessegueiro nesse sentido.
Com a polémica do subsídio de mobilidade no pensamento, Emanuel Câmara perguntou: “o que seria se estivéssemos no Governo?”, aditando que “podíamos ser fuzilados”, com o desrespeito com que a República tratou os madeirenses.
“Quando um português do continente se metre num comboio, com tarifa social, ninguém lhe pergunta se tem dívidas fiscais”, exemplificou, garantindo que o governo central “não nos está a dar nada”.
“Somos com muito prazer, portugueses das regiões autónomas”, disse, explicando que a dimensão das regiões insulares tem custos. “Não podemos pensar que estamos a receber esmolas. Temos o direito como os restantes portugueses”.
Emanuel Câmara terminou convicto de que “viveremos momentos muito bonitos” e que o PS irá governar a Região.