Élvio Sousa, secretário-geral do JPP, disse hoje não “confiar na palavra de Miguel Albuquerque nem na de Jaime Filipe Ramos”.
Depois da tomada de posse do XV Governo Regional, o deputado e líder da bancada parlamentar justificou a desconfiança por que o executivo “não ter cumprido” o que constava no orçamento regional, durante o período da covid, e que o JPP “viabilizou”.
“Não cumpriu, não cumpriu o reforço de quadros de pessoal para a Segurança Social e áreas estratégicas como a Educação, não cumpriu o Plano de Contingência do Porto Santo para a Madeira e não cumpriu uma coisa elementar: que é um programa histórico-cultural, que tinha um impacto de à volta de 75 mil euros. Como é que podemos confirmar em pessoas que não têm palavra?”, questionou.
Por outro lado, clarificou como funcionaria a solução governativa PS-JPP. “Era um governo liderado pelo JPP, que tinha o PS no convite e para o qual convidámos todos”, disse.
Sobre o sentido de voto do JPP para o Programa e orçamento regional, Élvio Sousa referiu que ainda há “muito tempo para analisar os documentos”, mas avisou já que essa responsabilidade caberá ao “PAN, ao CDS e à Iniciativa Liberal”.