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Chega pede controlo rigoroso da imigração na Madeira

Data de publicação
03 Março 2026
10:47

O deputado do Chega afirma que “a Madeira está a enfrentar o que diz ser uma invasão silenciosa”, alertando para “os sinais evidentes de alteração da dinâmica social em determinadas zonas da cidade, onde, a partir de certas horas, se registam aglomerações constantes de imigrantes, maioritariamente oriundos do Indostão”.

Para Francisco Gomes, “as autoridades regionais e os cidadãos não podem ignorar aquilo que considera ser um fenómeno acelerado, alimentado por políticas nacionais de portas abertas que transformaram Portugal num dos países europeus com maior crescimento migratório nos últimos anos”.

O deputado sustenta que “as únicas condições da Madeira, como a segurança relativa, clima favorável, dimensão territorial reduzida e tecido social coeso , tornam a Região particularmente atrativa para fixação de residência, mas também mais vulnerável a impactos rápidos e profundos quando não existe controlo rigoroso”.

“A Madeira não pode ser prejudicada pelas políticas frouxas e falhadas de imigração do PS e do PSD. Quem governa tem a obrigação de proteger a coesão social antes que seja tarde demais e a Madeira começa a sofrer com guetos culturais islâmicos, como existem no continente”.

O deputado alerta ainda “que os escassos recursos ao nível do policiamento e da fiscalização criam um ambiente onde pode crescer a perceção de impunidade e de ausência de autoridade, defendendo reforço imediato de meios e uma política migratória mais exigente”.

Francisco Gomes faz um apelo direto aos madeirenses “para que defendam a identidade, a cultura e a tradição da Região, afirmando que a história da Madeira foi construída ao longo de mais de seis séculos de trabalho, fé e enraizamento cultural”.

”A identidade madeirense não é negociável. Quem escolhe viver na Madeira tem de respeitar as nossas leis, os nossos valores, a nossa religião e a nossa forma de vida. Não podemos aceitar a importação de práticas que não se enquadram na matriz europeia e cristã da nossa sociedade”.

O partido reafirma que “continuará a defender o controlo rigoroso das entradas, reforço das forças de segurança e políticas claras de integração, garantindo que a Madeira permanece um território seguro, culturalmente coeso e fiel à sua identidade histórica”.

“Não existe lugar na Madeira, nem em Portugal, para uma religião como o Islão, que defende a subjugação da mulher, a pedofilia, a guerra santa e a degola de animais. Esta terra e nossa e quem quer cá estar tem de nos respeitar!”.

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