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Chega critica reconhecimento da palestina e alerta para “decadência do projeto Europeu”

Data de publicação
22 Setembro 2025
9:57

O deputado do Chega, Francisco Gomes, criticou a decisão do governo da República de reconhecer o estado da Palestina, considerando que tal posição “é um erro histórico que coloca Portugal ao lado de um promotor de ódio e de terrorismo internacional”. Para o parlamentar madeirense, este reconhecimento não contribui para a paz, mas legitima forças radicais que procuram espalhar violência no Médio Oriente e no mundo ocidental.

Francisco Gomes acusou o executivo de Luís Montenegro de alinhar com “a agenda da esquerda radical europeia” e de “ir atrás de governos socialistas europeus que nem conseguiram fazer aprovar os seus próprios orçamentos”. Sublinhou que a política externa portuguesa “não pode ser servil de uma liderança corrupta e desorientada em Bruxelas, que já arrastou o projeto europeu para um estado de decadência”.

“A Palestina não é um estado. É um bastião de ódio, radicalismo e terrorismo. O governo português decidiu trair o nosso próprio legado civilizacional e aproximar-se de quem promove a violência. Isto não é política externa. É uma vergonhosa rendição ideológica”, disse Francisco Gomes, deputado na Assembleia da República.

O parlamentar acrescentou que, a seu ver, o projeto europeu está profundamente fragilizado, dominado por “cedências ignóbeis à imigração descontrolada, à ideologia ‘woke’ e à propaganda de género”. Na sua perspetiva, esta orientação política “é um ataque direto à cultura, à identidade e à soberania dos povos europeus” e está a transformar a União Europeia num espaço sem unidade, sem valores e incapaz de responder às ameaças internas e externas que enfrenta.

Francisco Gomes defendeu ainda que Portugal não pode continuar a ser cúmplice de uma política externa que, na sua opinião, abre espaço ao fundamentalismo islâmico e enfraquece as democracias europeias. “O caminho seguido por Bruxelas - e validado pelo governo português - coloca em risco a segurança das populações, promove divisões sociais e compromete o futuro das nações”, alertou.

“Portugal tem de se realinhar. A nossa prioridade deve ser o reforço da Aliança Atlântica, a cooperação com os Estados Unidos e com parceiros que partilham valores de liberdade, de democracia e de segurança. O que não podemos aceitar é ser cúmplices de Bruxelas numa política externa suicida que só beneficia regimes radicais”.

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