A ARAE recebeu cerca de 1.300 reclamações até março, sendo a maior parte relacionadas com queixas no setor alimentar e de controlo de segurança alimentar, bem como irregularidades de preços.
"O ano passado já verificámos um total de reclamações à volta de 19%", esclareceu Luís Miguel Rosa, o que se traduziu em mais de três mil queixas. No caso, 3.600.
São dados, todavia, "até meados de março", alertou Luís Miguel Rosa.
"Este ano já temos registado cerca de 1.300 reclamações, o que significa que já atingimos quase metade ou, pelo menos, um terço das reclamações que verificámos o ano passado", corroborou.
O inspetor da ARAE atribui este número de reclamações a um maior conhecimento dos seus direitos por parte dos consumidores.
Os esclarecimentos aconteceram no âmbito do dia mundial dos direitos do consumidor em conferência organizada pela secretaria regional de Inclusão Social e Cidadania.
A conferência "O contributo do Direito do Consumo para a Transição Ecológica e Digital", que acontece no Colégio dos Jesuítas, conhece agora o seu momento de término e conta com a presença da secretária regional de Inclusão Social e Cidadania, Rita Andrade.
Romina Barreto