Em resposta às críticas, Miguel Albuquerque endureceu o tom e dirigiu-se diretamente ao líder do JPP, Élvio Sousa, afirmando que este “devia ter vergonha”.
O chefe do executivo regional acusou a oposição de falta de obra no concelho de Santa Cruz, referindo que, em 13 anos de governação, “não construíram uma única casa”, criticando ainda a gestão dos recursos públicos, que disse serem canalizados para “festividades”.
Miguel Albuquerque voltou a classificar Élvio Sousa como um “nazareno da demagogia suave”, acusando-o de incoerência ao criticar despesas do Governo, nomeadamente iniciativas de promoção externa da região, como eventos realizados nos Estados Unidos.
Quanto ao investimento previsto para o setor do golfe, o presidente do Governo Regional defendeu tratar-se de uma aposta estratégica para o desenvolvimento económico da Madeira. Segundo afirmou, este investimento é “crucial” e terá impacto direto na criação de emprego, apontando concretamente para a zona da Ponta do Pargo como uma das áreas beneficiadas.