MADEIRA Meteorologia

Albuquerque diz que queimadas não autorizadas têm de acabar de vez. Este ano já foram 77 detetadas

Paula Abreu

Jornalista

Data de publicação
10 Julho 2024
12:26

O presidente do Governo Regional esteve esta manhã no Serviço Regional de Proteção Civil para dar conta das medidas integradas no POCIR 2024, que entrou em vigor a 1 de junho.

Depois de ouvir as explicações do responsável pela diretiva operacional regional, Miguel Albuquerque destacou a importância do reforço dos meios afetos ao combate, prevenção e deteção de incêndios, mas também de sensibilização acrescida à população.

O governante disse que, este ano, há um investimento superior a 950 mil euros no POCIR para alem do montante de 2,7 milhões gasto com o meio aéreo.

O governante sublinhou que não se pode admitir a ocorrência de queimadas não autorizadas, que colocam em risco vidas e a natureza, com as alterações climáticas em curso.

No ano passado houve a “situação patética” de haver 378 queimadas não autorizadas.

A propósito, este ano, e segundo o balanco feito por Válter Ferreira, do Serviço de Proteção Civil, desde 1 de junho, já foram detetadas 95 ocorrências, das quais 77 não estavam autorizadas.

A existência de drones é também importante para o combate e deteção de crimes de fogo posto, enalteceu ainda Albuquerque.

Lembrou ainda as faixas corta-fogo, investimentos “colossais”, como no Caminho dos Pretos, para evitar a propagação de incêndios.

Apelou, aliás, ao mecenato, para que entidades privadas colaborem com este propósito.

Adiantou, por fim, que com a aprovação do orçamento regional, serão assumidos os compromissos com as corporações de bombeiros, com retroativos a janeiro.

Saliente-se que o Plano Operacional de Combate a Incêndios Rurais – POCIR – está em vigor na Região desde o dia 1 de junho e vai prolongar-se até 30 novembro de 2024, tendo como principal finalidade garantir a coordenação e a intervenção dos vários agentes de proteção civil, nomeadamente, dos Corpos de Bombeiros da Região Autónoma da Madeira, do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza, da Guarda Nacional Republicana – UEPS, das Forças Armadas – Exército e da Polícia de Segurança Pública, contando também com outros organismos e instituições que concorrem para a defesa do ambiente e da floresta contra incêndios, através de ações de vigilância, patrulhamento e primeira intervenção.

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