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ADN lança criticas ao Conselho da Diáspora Madeirense

JM-Madeira

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Data de publicação
03 Agosto 2023
12:46

Críticas essas que se prendem com o apoio dado pelo Conselho da Diáspora Madeirense àquilo que classificam de "ditadura sanitária" na pandemia de covid-19.

"O partido ADN - Alternativa Democrática Nacional lamenta que, no passado dia 28 de Julho, o Conselho da Diáspora Madeirense não tenha tido vergonha em afirmar que a ditadura sanitária que vivemos na Região Autónoma da Madeira foi uma "boa prática", nomeadamente no que se refere ao alegado trabalho desenvolvido pelo Governo Regional no combate à pandemia e que, em Setembro, irá apresentar essa posição na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, no contexto da Reunião da Alto Nível sobre a prevenção e preparação de futuras pandemias", começa por enfatizar nota enviada às redações.

Infelizmente o Conselho da Diáspora Madeirense considera uma "boa prática" fechar os olhos à "pandemia" de enfartes do miocárdio que temos vindo a assistir dia após dia, principalmente em jovens que antes das inoculações experimentais eram saudáveis, e prefere não querer saber ou averiguar, tal como faz o Governo Regional, o Governo da República e até as Nações Unidas, quais as verdadeiras causas do aumento de mortalidade que se verifica actualmente na região da Madeira e em todos os países que apoiaram a narrativa dos grandes laboratórios e farmacêuticas mundiais durante a pandemia", refere Miguel Pita, candidato do partido ADN às eleições regionais da Madeira.

"As entidades oficiais, subservientes aos Governos Regionais e da República e os seus cúmplices, escondem dados estatísticos fundamentais, sonegando informação, ao arrepio da Lei, mantendo a população alienada para que ninguém consiga perceba que muitos estão a viver com uma bomba-relógio dentro de si", declara ademais.

"Desde o início da pandemia que o ADN avisou os portugueses que o aumento da mortalidade seria uma das possíveis consequências da fé cega de que a população foi convencida a ter em supostos "especialistas", todos contratados pelo Governo ou pagos a "peso de ouro" pelos grandes laboratórios e farmacêuticas mundiais, e nos políticos sem escrúpulos com ambições desmedidas e vendidos aos interesses supranacionais, que nos impuseram uma ditadura sanitária sem precedentes, irracional e sem respeito pela ciência", denuncia Miguel Pita.

"Se o Conselho da Diáspora Madeirense não consegue ver que foram os sucessivos confinamentos e as restrições absurdas que o Governo Regional e o Governo da República impuseram à população e o ataque sem precedentes aos Direitos, Liberdades e Garantias dos cidadãos, previstos na Constituição da República Portuguesa, que ajudaram a criar a actual situação caótica que se vive no SNS e é o que está a levar o nosso país à ruína, é porque estão mais interessados em proteger a agenda 2030 e os seus amigos globalistas, ao invés de defender os interesses do povo madeirense e porto-santense", conclui a mesma voz.

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