Richard Marques, presidente do Serviço Regional de Proteção Civil, afirmou à margem da assinatura dos protocolos entre a Região e as Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários, que a derrocada ocorrida esta manhã no Curral das Freiras, está desde “o primeiro momento a ser acompanhada pelo Serviço Municipal de Proteção Civil”.
Segundo o responsável, a operação decorre ao nível municipal e, por enquanto, não há necessidade de reforço do patamar regional. “A situação está devidamente acautelada”, afirmou, referindo que têm sido mantidos contactos diretos com o presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, o Coordenador Municipal de Proteção Civil e a presidente da Junta de Freguesia do Curral das Freiras.
A situação está a ser avaliada pelo Laboratório Regional de Engenharia Civil e pela hidráulica, duas entidades técnico-científicas.
Richard Marques frisa que “para já não há situação de alarme”.
Quanto à obstrução registada na linha de água, Richard Marques garantiu “que não representa perigo imediato”, estando a ser acautelada a sua desobstrução de forma essencialmente natural.
Relativamente às habitações localizadas na zona afetada, o Laboratório Regional de Engenharia Civil está a realizar um levantamento da vertente e a avaliar a sua eventual instabilidade, de forma preventiva. Segundo o presidente, “as populações estão a ser informadas à medida que as avaliações avançam e, caso sejam necessárias medidas preventivas, estas serão adotadas”, frisou.